Tipos de cortes em legumes

Tipos de cortes em legumes

Os legumes são cortados de forma padronizada, para que a cocção ocorra de maneira uniforme e para que a apresentação no prato seja mais atraente

Um dos objetivos de cortar os legumes de forma padronizada é criar condições para que a cocção e a liberação dos sabores e dos nutrientes aconteçam de maneira uniforme. 

Portanto, os legumes deverão ser cortados de acordo com o tempo de cocção que lhe será aplicado. 

Assim, se uma determinada produção exigir que a cocção seja feita mais rapidamente, os vegetais deverão ser cortados em partes menores. 

Outra razão importante é que a apresentação dos legumes, no prato, ficará mais bonita e atraente. 

Além disso, caso eles venham a ser utilizados em uma salada, a apresentação do prato será visualmente mais agradável, se os cortes forem padronizados. 

Isso evitará que a salada fique com um aspecto de ter utilizado “sobras” de vegetais.

Corte em cubos

É um tipo de corte que poderá ser realizado na maioria dos legumes. 

Para obter partes de legumes em formato de cubos, todas as partes cortadas devem ter as mesmas dimensões, ou seja, todos os lados devem ter a mesma medida. 

Essas medidas são estabelecidas conforme a preferência do chef, ou que sejam mais adequadas para a elaboração do prato que se deseja preparar. 

Os principais cortes em cubos são: Brunoise, Printanier e Macedoine.


Corte em bastão 

Para realizar o corte tipo bastão, retiram-se as extremidades e as laterais do legume. 

Para isso, deve-se utilizar uma faca própria de cortar legumes, para obter as partes com as dimensões desejadas. 

O corte Julienne é o corte em bastão mais utilizado. 

Quando esse corte é utilizado em folhas vegetais, ele passa a ser chamado de Chifounad. Os principais cortes em bastão são: Jardinière, Paille e Julienne.

Corte torneado

Para preparar legumes em corte do tipo torneamento, primeiramente, deve-se partir o legume em tamanhos que lhe permitam obter partes torneadas. 

Isso deve ser feito com cuidado para tornear a porção do legume, de tal maneira que ela fique com sete lados e que fiquem bem uniformes. 

Os principais cortes torneados são: Fondant, Château e Olivette.

Corte em boleado 

Nesse tipo de corte, ao invés de utilizar a faca, utiliza-se uma ferramenta simples, chamada de boleador, para obter cortes do tipo boleado. 

Os principais cortes em boleado são: Royalle, Noisette e Parisienne.

Por Andréa Oliveira.


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Saiba as boas práticas de manipulação de alimentos

Saiba as boas práticas de manipulação de alimentos

Para evitar riscos de contaminação, a manipulação dos alimentos deverá seguir os princípios de segurança alimentar

A pessoa responsável pela preparação dos alimentos deverá sempre ter em mente que a manipulação é uma tarefa que deverá ser realizada com atenção e cuidados especiais, pois o menor e mais simples descuido poderá criar condições favoráveis ao desenvolvimento de microrganismos. 

A presença de microrganismos, por sua vez, aumenta, de forma potencial, os riscos de contaminação dos alimentos, prejudicando a sua qualidade.

Além disso, alimentos contaminados, quando consumidos pelo homem, poderão causar várias intoxicações, o que é algo extremamente desagradável ao estabelecimento, pois pode trazer sérios prejuízos financeiros e morais. 

Para evitar eventuais problemas, a higienização dos alimentos deverá ser feita conforme estabelecido nos princípios de segurança alimentar, ou seja, de acordo com as normas de boas práticas de manipulação dos alimentos, recomendadas pela ANVISA.

 Saiba quais são as normas de boas práticas de fabricação dos alimentos: 

→Mantenha as mãos sempre lavadas ao manipular os alimentos; 

→Não toque nos alimentos com ferimentos nas mãos; 

→Só pegue os alimentos quando necessário (utilize utensílios para isso – pegadores); 

→Conserve os alimentos cobertos; 

→Despreze os alimentos que caírem no chão; 

→Não fale, tussa ou espirre em cima dos alimentos; 

→Cozinhe muito bem os alimentos; 

→Não deixe os alimentos expostos em temperatura ambiente; 

→Mantenha os alimentos frios em geladeira, câmara ou freezer; 

→Mantenha os alimentos quentes em banho-maria ou em estufas com controle de temperatura;

 →Lave os legumes e as frutas em água corrente e deixe-os por 15 min em solução clorada (depois enxágue em água corrente); 

→Nunca use alimentos com cor, sabor e aparência alterada; 

→Nunca descongele carnes em água parada ou em temperatura ambiente, e sim, sob refrigeração; 

→Nunca utilize latas enferrujadas, estufadas ou com vazamentos; 

→Nunca utilize alimentos com prazo de validade vencido; 

→Nunca coloque alimentos em contato direto com o chão. 


Assim, fica fácil perceber que a higiene dos alimentos engloba os seguintes aspectos: 

→Verificar a origem dos produtos que serão utilizados no preparo dos alimentos;

→Fazer o acondicionamento correto da matéria-prima, conforme a exigência de cada uma;

→Observar o prazo de validade dos alimentos;

 →Realizar a desinfecção de vegetais in natura; 

→Realizar a higienização correta dos equipamentos, dos utensílios e das instalações.

Por Andréa Oliveira.


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Coletores solares para aquecimento de água

Coletores solares para aquecimento de água - saiba tudo sobre eles

Coletor solar para aquecimento de água é uma caixa retangular, que recebe os raios solares, absorvendo a energia luminosa, transformando-a em energia térmica

Coletor solar para aquecimento de água nada mais é que uma caixa retangular, responsável por receber os raios solares e absorver a energia luminosa, transformando-a em energia térmica, a qual será transmitida para a água. 

É constituído de várias partes, tais quais: resistências de contato, aletas, camada isolante, vedações e válvula anticongelamento.


Resistências de contato

Resistências de contato são variáveis construtivas que mais influenciam na eficiência de um coletor solar. 

Isso porque, quando a energia solar incide sobre as aletas, naturalmente, ocorrerá um aumento da temperatura das mesmas, o que significa dizer que radiação solar foi convertida em energia térmica. 

Em seguida, essa energia será transferida, pelo processo de condução, para a região de contato entre aleta e tubo. 

É nesse momento que a espessura e o material das aletas irão influenciar para a boa condução de calor, ou seja, no aquecimento da água. 

Assim, se os materiais empregados não forem bons condutores de calor e a espessura das aletas forem muito finas, o calor não será conduzido de maneira eficiente para as tubulações internas e, consequentemente, o aquecimento da água que circula no seu interior também não ocorrerá da maneira que se espera. 

Portanto, a área de contato entre a aleta e o tubo é o ponto crítico para se obter uma boa operação das aletas da placa absorvedora. 

Isso porque, se o contato térmico não for perfeito, o calor não será totalmente transferido para o tubo e, consequentemente, para a água. 

Esta é a principal razão para se explicar a baixa eficiência de muitos coletores existentes no mercado.

Aletas finas em tubos de cobre

Alguns fabricantes utilizam aletas finas (alumínio ou de cobre) encaixadas em tubos de cobre.

Nesse caso, elas não são capazes de exercer pressão nos tubos que seja suficiente para minimizar o efeito da resistência de contato. 

Portanto, mesmo sendo fabricados de materiais de alta condutibilidade térmica haverá uma diminuição considerável da transferência de calor entre as aletas e os tubos. 

Além disso, com o passar do tempo, a interface (área de contato) do encaixe entre as aletas e os tubos poderá oxidar, aumentando assim a folga, devido à dilatação diferencial, o que, por sua vez, reduzirá bruscamente, em poucos anos de uso, o rendimento do sistema solar. 

Portanto, podemos concluir que um coletor solar, desde que construído com um material bom condutor de calor, só será eficiente se as aletas de sua placa absorvedora ficarem bem aderidas à tubulação interna pela soldagem (brasagem ou solda molecular). 

Havendo um bom contato entre ambos, consegue-se uma minimização da resistência de contato.

Função da camada isolante

A camada isolante do coletor tem a finalidade de não permitir que a água, depois de aquecida, perca calor para o meio externo. 

Essa camada isolante exerce a função de manter isolado o interior do coletor do meio externo e, com isso, evitar perdas de calor indesejáveis. 

Para isso, ela fica posicionada entre a placa absorvedora e o fundo do coletor, bem como entre as paredes interna e externa das laterais e cabeceiras do coletor. 

Normalmente, ela é constituída por materiais como lã de vidro, lã de rocha ou compostos de poliuretano, sem CFC. 

Vedações das laterais internas

As vedações das laterais internas são colocadas entre a placa absorvedora e as laterais do coletor solar, com a finalidade de evitar que parte do calor produzido na placa absorvedora seja perdido, por condução, pelas laterais do coletor solar. 

Para vedar o coletor, utiliza-se uma camada de borracha especial, à base de silicone, que também é um material isolante. 

A camada isolante juntamente com as vedações laterais do coletor devem ser colocadas, de tal maneira, que impeça a saída do calor, formado no interior do coletor, através das laterais e do fundo do coletor respectivamente. 

Acontecendo isso, temos uma boa garantia de que o calor absorvido pelo coletor será transferido integralmente para água. 

Válvula anticongelamento

A válvula anticongelamento é utilizada em localidades que apresentam riscos de ocorrência de temperaturas muito baixas, havendo possibilidades de ocorrência de geadas, mesmo que em apenas algumas ocasiões. 

Nesses casos, recomenda-se fazer a instalação da válvula anticongelamento no coletor solar.

Essa válvula deve ser instalada em um dos terminais externos do barrilete inferior do coletor solar, voltada para cima. 

Assim, caso a temperatura ambiente atinja valores próximos de 6oC, essa válvula abrirá, e a água contida no interior dos coletores será drenada para fora. 

Isso reduz bastante as possibilidades de danos físicos às tubulações do coletor, que poderão ser rompidas, caso haja congelamento da água no interior das mesmas.
Conheça o Curso CPT Energia Solar para Aquecimento de Água.

Por Silvana Teixeira.



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Como desidratar madeiras resinosas

Como desidratar madeiras resinosas

As madeiras resinosas são as melhores madeiras de construção, devido à sua resistência mecânica, mas precisam de um tratamento conhecido como desidratação para não apodrecerem

Toda superfície de madeira precisa ser bem preparada antes de receber a pintura especial decorativa. 

Entretanto, a durabilidade e a integridade da pintura dependem das condições de qualidade e do tipo de madeira a ser pintada. 

Muitos tipos de madeira são fortemente resinosos em seu interior, o que frequentemente provoca o aparecimento de manchas durante e após a pintura ou a aplicação do verniz. 

Para evitar que isso aconteça, essa resina interna deve ser eliminada por um processo conhecido como desidratação.

Madeiras resinosas 

São próprias das zonas frias e temperadas, fornecem as melhores e mais apreciadas madeiras de construção, por suas características de trabalho e resistência mecânica, porém, apodrecem facilmente se não forem devidamente tratadas. 

São elas: Angelim, Angico, Cabreúva Vermelha, Cumaru, Freijó, Grápia, Ipê, Itaúba, Jatobá, Maçaranduba, Peroba, Tatajuba, Sucupira. 

Madeiras não resinosas ou pouco resinosas

São elas: Araucária, Cedro, Cedrinho, Mogno, Pinus Elliottii.

Madeiras folhosas

São próprias de zonas temperadas tropicais. 

Fornecem madeiras aptas também para marcenaria, devido ao se u aspecto, acabamento e qualidade.

Nem toda madeira é igual; cada tipo apresenta propriedades específicas como cor, cheiro e durabilidade. 

Há madeiras muito duras e resistentes e outras mais brandas e menos resistentes. 

Se a madeira for originalmente escura, é sinal de que tem muita resina, e é preciso fazer a desidratação, pois ela pode manchar a pintura, formando, mais tarde, nódoas que enfeiam o trabalho final no móvel. 

As madeiras resinosas mais usadas na confecção de móveis são: sucupira, mogno e imbuia. 

Como desidratar a madeira

A desidratação é feita com a aplicação de peróxido de hidrogênio e amônia, em proporções iguais. 

Com o auxílio de uma trincha, passe a mistura e aguarde 15min. 

Aplique a mistura, várias vezes, até que o pano saia bem limpo. 

Enquanto sair nódoa da madeira, deve-se aplicar a mistura e retirar com pano.

A mistura será absorvida pelas fibras e, posteriormente, durante a evaporação, arrastará a resina para fora.

Atenção!

Cuidado ao manipular a amônia, pois ela tem cheiro muito forte. Use-a ao ar livre, evitando aspirar o seu cheiro. 

Cuidado com os olhos!

Por Andréa Oliveira.


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Criação de capivara - a alimentação no sistema semi-intensivo

Criação de capivara - a alimentação no sistema semi-intensivo

Os pastos mais frequentemente oferecidos às capivaras no sistema semi-intensivo de criação são o capim-fino e a grama estrela

Os pastos mais frequentemente oferecidos são o capim-fino e a grama estrela. 

Porém, como o custo de cercar com tela de alambrado é o principal gasto para o estabelecimento da criação de capivaras no sistema semi-intensivo, seria mais interessante cercar apenas uma pequena área em volta de uma lagoa ou açude (10 a 20 m de margem) e o plantio de uma forrageira de alta produtividade fora da área do criadouro, realizando-se o corte e fornecimento diariamente. 

A preferência tem sido pelo capim elefante (Napier ou Camerom) cortados em intervalos de 60 dias na estação das águas.

Volumoso

O volumoso deve ser fornecido diariamente na proporção de 4 a 5 kg por animal adulto e de 1 a 2 kg por filhote. 

Pode ser fornecido inteiro (jogado ao chão ou dependurado em feixes em árvores) ou picado (nos cochos), de preferência ao final da tarde, quando as capivaras realizam maior consumo e o capim vai murchar menos. 

Os comedouros (0,30 x 0,30 x 1,20 m), preferencialmente dois ou mais, devem ser colocados no interior e em volta da ceva e ter o fundo com bordas arredondadas para facilitar a limpeza. 

Cada comedouro desses seria suficiente para alimentar de quatro a cinco capivaras. 

Os comedouros de volumosos podem ficar expostos ao tempo, mas os de concentrado e de sal mineralizado devem ter uma pequena cobertura que não precisa ter mais de um metro de altura para evitar que a chuva molhe esses alimentos.

Ceva

Na ceva, deve-se colocar sal mineralizado e, em dias alternados, milho em grão ou ração para fazer com que os animais a frequentem habitualmente e assim possibilitar a sua captura quando esta se fizer necessária. 

Após o nascimento dos filhotes, pode-se colocar alguns cochos fora da ceva para atrair os adultos e abaixar as portas de tal maneira que somente os filhotes possam entrar na ceva e assim consumir uma ração de melhor qualidade, propiciando, dessa maneira, uma economia na quantidade do alimento concentrado fornecido.

Ração concentrada

Além do critério de formação de grupos, tanto na criação semi-intensiva como na intensiva, um dos pontos fundamentais do manejo é a alimentação, o ganho de peso diário até o abate e atendimento das necessidades de manutenção dos reprodutores depende da quantidade e qualidade dos alimentos fornecidos. 

A ração concentrada pode ser fornecida nos dois sistemas de criação, dependendo do ganho de peso esperado. 

Essa ração deve ser encomendada a um fabricante da região, contendo 13% de proteína bruta, também pode ser feita na propriedade, se houver disponibilidade de maquinário. 

Os percentuais de componentes são os seguintes:

- 68% de rolão-de-milho; e
- 20% de feno de gramíneas de boa qualidade como o coast cross.

Eles passam pelo desintegrador e são à base da ração. São usados ainda 19% do farelo de soja como fonte de proteína; 0,5% de calcário; e 1,5% de fosfato e 1% de sal. 

Tudo isso vai ao misturador, dando como resultado uma ração fibrosa de textura bastante grosseira.

Concentrado

O concentrado é servido diariamente no cocho à base de 500 g por animal adulto e de 100 a 200 g por filhote no caso de criação em confinamento, as mesmas quantidades no caso da criação semi-intensiva. 

Retiram-se os restos de ração, principalmente, aquelas porções que estiverem úmidas e que podem fermentar, então se coloca um novo trato distribuindo o material uniformemente no cocho. 

Depois é só esperar, em poucos minutos, os animais vão se aproximando e começam a comer.

Conheça o Curso CPT Criação de Capivara.

Por Silvana Teixeira.



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Receita de Bombons de Maracujá com Chocolate Branco

Receita de Bombons de Maracujá com Chocolate Branco

O sabor ácido do maracujá unido ao doce suave do chocolate branco fazem um casamento perfeito, deliciando todos os que provam essa mescla de sabores

Nunca dois ingredientes combinaram tão bem como o maracujá com o chocolate. 

O sabor ácido do maracujá unido ao doce suave do chocolate fazem um casamento perfeito, deliciando todos os que provam essa mescla de sabores. 

E quando falamos do bombom de maracujá com chocolate branco então? É de dar água na boca! Por isso, para que você também conquiste o paladar de seus familiares e amigos, vamos mostrar o passo a passo desse magnífico bombom. 

Vamos lá? 
Passo a passo da receita:
  
Ingredientes: 
→3 latas de leite condensado; 
→1 lata de creme de leite; 
→2 barras de 180g de chocolate branco; 
→3 colheres (sopa) de margarina; 
→100 ml de suco de maracujá concentrado; 
→60g de chocolate ao leite (1/3 da barra de 180g); 
→5 gemas. 
Modo de preparo: 
Leve ao fogo baixo o leite condensado, a creme de leite, as gemas e a manteiga, até engrossar. 

Assim que começarem a surgir algumas bolhas de fervura, adicione o suco de maracujá, até que a mistura se desprenda do fundo da panela. 

Em seguida, retire a panela do fogo e despeje a preparação em outro recipiente. 

Assim que esfriar, leve à geladeira por uma hora, ou até que a mistura adquira uma consistência ideal para enrolar. 

Quando a preparação estiver gelada, modele os bombons com as mãos levemente untadas com margarina. 
Derreta o chocolate branco e banhe os bombons, utilizando, preferencialmente, um garfinho apropriado. 

Coloque os bombons banhados sobre uma parte da mesa devidamente forrada com filme plástico ou papel-manteiga. 

À parte, derreta o chocolate ao leite e faça, com ele, a decoração dos bombons. Utilize, para isso, uma manga de confeitar, equipada com um bico de pequeno orifício. 
Por fim, deixe os bombons secarem. Quando isso acontecer, disponha-os em tapetinhos, para, em seguida, colocá-los em forminhas de papel.

Por Andréa Oliveira.


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Doenças da Seringueira


Doenças da Seringueira - Secamento do Painel ou Brown Bast

O Secamento do Painel ou Brown Bast é uma doença fisiológica do caule, de causa desconhecida, que ocorre em todas as regiões heveícolas do mundo

O Secamento do Painel ou Brown Bast é uma doença fisiológica do caule, de causa desconhecida, que ocorre em todas as regiões heveícolas do mundo, sobretudo quando o clone é mais suscetível e os métodos de exploração são intensivos. 

Os sintomas se caracterizam pela ausência da exsudação de látex no corte de sangria e, mais tarde, em todo o painel podendo haver necrose da casca. 

Nos casos mais severos, ocorrem rachaduras e descamações na área abaixo do corte.

Controle

Não há um método eficaz de controle curativo para essa doença. 

A prática utilizada normalmente é a paralisação da sangria por um período de, aproximadamente, um ano. 

No final desse período, algumas árvores voltam a produzir, podendo mais tarde vir a secar definitivamente.


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7 estratégias de sucesso para aprimorar os estudos

7 estratégias de sucesso para aprimorar os estudos

Trabalhe para que seus alunos tenham em mente que entender é essencial, mas dar utilidade ao conhecimento corresponde ao nível mais alto da aprendizagem

Para que seus alunos possam planejar e administrar o próprio estudo, primeiramente o professor deverá propor a eles que reflitam sobre a forma como estudam e qual o tempo que se dedicam a isso. 

Tais questionamentos devem fazer com que os alunos percebam se, de fato, estão estudando, ou se simplesmente estão protelando, enquanto o tempo passa, sem se aprofundarem no estudo, o que é muito comum.

Por isso, elencamos abaixo algumas estratégias para aprimorar os estudos dos seus alunos. Proponha a eles o seguinte: 

1. Otimize o tempo

 Oriente seus alunos a planejarem o estudo a ser cumprido nos períodos reservados para tal ao longo da semana, do mês e do semestre, garantindo o tempo necessário para cada disciplina estudada. 

2. Valorize o descanso 
Defenda a necessidade do descanso, que é, realmente, indispensável. 

Mas, alerte a todos que períodos frequentes de descanso e pouco tempo de estudo não é a solução. 

É preciso descansar quando se está cansado e não quando se está entediado com a atividade. 

É preciso entender que toda a atividade tem seu momento entediante, seja o trabalho ou o estudo. 

O segredo para vencer o tédio é ter objetivos claros para o que está sendo feito.

3. Faça o mais difícil primeiro

Aconselhe a turma a dar prioridade absoluta às atividades de maior importância e que sejam mais difíceis, ou seja, nunca deixar para o depois a parte mais complicada do conteúdo. 

O ideal é enfrentar logo a matéria mais difícil no momento inicial, quando quem estuda está descansado. 

Os conteúdos que demandam estudo mais cuidadoso e atenção especial devem ser trabalhados primeiro. 

4. Veja realmente se entendeu a matéria 

Não há nada pior do que estudar uma coisa que não foi entendida. 

O aluno fica revendo o texto escrito mecanicamente e fazendo o mesmo exercício seguidas vezes. 

Depois de boas horas nesse processo, está cansado e, pior, frustra-se com o resultado da avaliação. 

Oriente seus alunos a entenderem realmente o que estão estudando. O aluno precisa se convencer de que a pergunta é o primeiro passo para se aprender algo.

 5. Dê utilidade ao conhecimento

Trabalhe para que seus alunos tenham em mente que entender é essencial, mas dar utilidade ao conhecimento corresponde ao nível mais alto da aprendizagem. 

Por isso, não só o professor pode tentar contextualizar e tornar mais concreta a informação, mas o próprio aluno deve buscar a contextualização e a aplicação do conhecimento que está buscando. 

Não há dúvidas de que fazer exercícios práticos ajuda muito a testar o aprendizado.

6. Faça os exercícios 
Em qualquer disciplina, a tendência da maioria dos alunos é fugir dos exercícios ou fazê-los mecanicamente, repetindo fórmulas, sem pensar no que está sendo feito. 

Você deve trabalhar a sua disciplina, abordando o conteúdo de forma que os alunos não apenas façam atividades, mas pensem no que estão fazendo. 

O estudo deve ser desenvolvido com base na combinação entre observação, experimentação e explicação.

7. Dê um fechamento aos estudos

Uma boa forma de fechar o estudo de um determinado conteúdo é escrever por 5 minutos o que vier à cabeça sobre o tema, em uma verdadeira tempestade de ideias sobre o assunto estudado.

Peça para que deixem fluir o pensamento, escrevendo sem se preocupar muito com pontuação ou a lógica do texto, colocando no papel uma síntese sobre o que foi estudado.

 Por Andréa Oliveira.


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Babá - segurança contra acidentes com crianças

Babá - segurança contra acidentes com crianças

Os acidentes com crianças podem causar lesões leves a graves, mas muitos deles podem ser evitados com a prevenção

Uma das principais funções que você deve desempenhar como babá é garantir a segurança da criança, pois você é a principal responsável pela integridade física dela na ausência dos pais. 

E essa é uma missão desafiante! Afinal, as crianças são muito ativas e querem explorar tudo à sua volta. 

Por isso, os acidentes são muito comuns na infância. Entretanto, muitos podem ser evitados e, para tanto, é preciso conhecê-los, conhecer as fontes de risco e precaver a sua ocorrência.  
Os tipos de acidentes mais comuns entre as crianças variam conforme a idade e o estágio de desenvolvimento delas. 

Até os dois anos de idade, a maioria dos acidentes ocorre dentro da própria casa. 

Os acidentes com crianças, geralmente, provocam lesões leves, mas, alguns deles podem ser fatais, e são, inclusive, a maior causa de morte entre as crianças maiores de 1 ano.

Quanto às crianças menores, estas não podem ficar um minuto longe da nossa vista, porque já podem colocar-se em situações de risco, esbarrando em uma quina ou mexendo com um objeto que ofereça perigo. 

Nessa fase, são muito comuns quedas, queimaduras e afogamentos na banheira infantil ou em piscinas. 

Um bebê pode se afogar em 2 cm de água, em menos de 1 minuto! 
A babá deve ser bastante cautelosa, pois nos primeiros meses, a criança é capaz de passar, de repente, da posição lateral para a de barriga para baixo, ou vice-versa, podendo cair do trocador, da mesa e da cama. 

Por isso, nunca devemos deixá-la sozinha. 
Para evitar que a criança fique sufocada enquanto dorme, você deve retirar todos os bichos de pelúcia, almofadas e cobertas que possam estar  sobrando no berço. É preciso deixar os bracinhos do bebê para fora da coberta e posicionar o seu corpinho virado de barriga para cima. 
No entanto, se o bebê for recém-nascido, é necessário deitá-lo de lado, para que ele não engasgue e se sufoque com o próprio material regurgitado.

Já as crianças com quatro anos podem se sufocar brincando com sacos plásticos, ou se machucar com objetos que encontrarem no caminho, ou, ainda, durante quedas. 

Até os cinco anos, a maior parte das crianças tem pouco senso de perigo e, por não fazerem ideia de onde estão se metendo, entram em situações de risco. 
Quanto às crianças maiores, de 7 aos 12 anos, por sua vez, são mais independentes e já conhecem melhor alguns riscos, mas tendem a não avaliá-los adequadamente. 

Elas estão descobrindo e desenvolvendo diversas habilidades e estão ávidas por testarem seus limites. Por isso, entre elas, é comum a ocorrência de diferentes tipos de acidentes. 
Pesquisas recentes mostram que o maior número de acidentes fatais ocorrem entre 0 e 3 anos e os mais graves ocorrem entre crianças de,  aproximadamente, 10 e 12 anos. 

Considerando que você cuidará de crianças entre 0 e 12 anos de idade, é preciso se atentar a todos os cuidados voltados à segurança delas em qualquer idade!

Por Andréa Oliveira.


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Receita de Bacalhoada Especial

Receita de Bacalhoada Especial

A Bacalhoada Especial é elaborada com bacalhau dessalgado, batatas, azeitonas pretas, cebola, pimentão, banana, açúcar mascavo e azeite de oliva

Foram os portugueses que inauguraram o processo de salga do pescado para conservá-lo durantre as grandes navegações. 

Após a colonização do Brasil, o consumo desse pescado salgado (conhecido como bacalhau) tornou-se uma tradição, principalmente durante a semana santa. 

Atualmente, inúmeros são os pratos feitos com o bacalhau, desde o bolinho à bacalhoada. 

Por isso, escolhemos uma receita para você encantar os seus convidados ou mesmo familiares. 

A Bacalhoada Especial é elaborada com bacalhau dessalgado, batatas, azeitonas pretas, cebola, banana-da-terra e azeite de oliva.

Ingredientes:

→3 kg de postas de bacalhau;
→700 g de batatas médias inteiras e descascadas;
→200 g de azeitonas pretas;
→5 colheres (sopa) de margarina ou manteiga;
→3 colheres (sopa) de açúcar mascavo;
→6 bananas-da-terra cortadas em rodelas grossas;
→7 cebolas cortadas em rodelas;
→4 pimentões verdes cortados em rodelas;
→tomates-cereja a gosto;
→azeite extravirgem a gosto;
→sal a gosto.

Modo de preparo: 

Dessalgue o bacalhau em água fervente, de um dia para o outro. Reserve. 

Na água de cocção do bacalhau, cozinhe as batatas. Reserve. 

Em uma panela, adicione a manteiga ou margarina, acrescente o açúcar mascavo e deixe caramelizar. 

Assim que isso ocorrer, fite as rodelas grossas de banana até que fiquem brilhantes e crocantes. Reserve.

Em um refratário grande, disponha as postas de bacalhau, a batata cozida, os anéis de cebola, os anéis de pimentão, a banana, os tomates-cereja e as azeitonas. 

Por fim, regue com o azeite. Leve ao forno, entre 25 e 30min a 180°C até dourar.

Está pronta a sua Bacalhoada Especial!

Por Andréa Oliveira.


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Dicas cpt


16 passos para elaborar um currículo campeão

Atualmente, elaborar um currículo torna-se essencial para que suas chances de ser contratado aumentem ainda mais
Início do ano, ótimo momento para aproveitar as oportunidades de emprego. 

Principalmente porque este é o período em que grandes empresas começam a recrutar candidatos das mais diversas áreas. 

Diante desse quadro, elaborar um currículo torna-se essencial para que suas chances de ser contratado aumentem ainda mais. 

Entretanto, para isso, alguns passos deverão ser seguidos para que você estruture um currículo campeão.

Passos para um currículo campeão:

1. Compile as principais informações sobre suas habilidades emocionais e profissionais, especificando cada uma delas.

2. Agrupe o que é mais importante de forma concisa e objetiva.

3. Destaque o que você tem de melhor, por meio do marketing pessoal.

4. Seja honesto e autêntico em todas as suas informações.

5. Inicie o currículo com o seu nome completo (fonte média) e os seus dados para contato (fonte menor).

6. Ao especificar o seu objetivo profissional, destaque-o com uma fonte grande.

7. Use palavras-chave para chamar a atenção dos recrutadores (destaque os melhores resultados já alcançados em cargos anteriores).

8. Use o padrão culto da língua e evite erros gramaticais.

9. Ao indicar sua formação, inicie pelo curso mais recente (da mesma forma, cite doutorado, mestrado, MBA, entre outros).

10. Se detiver conhecimentos de língua estrangeira, indique em que nível se encontra.

11.Destaque também os conhecimentos em tecnologia, informática e internet.

12. No quesito profissional, destaque o nome da empresa e o período em que trabalhou nela.Abaixo do tópico, elenque seus cargos e o tempo que desempenhou sua função em cada um deles (comece pelo mais recente).

13. Escolha os cursos complementares mais relevantes ao cargo proposto.
14. Caso tenha viajado para o exterior, indique o período em que esteve fora e o motivo da viagem.

15. Estruture o seu currículo, de forma legível e organizada, e, no máximo, em duas folhas.

16. Se o currículo estiver na internet, destaque o endereço para a visualização na última linha.

Por Andréa Oliveira.

Fonte: www.curriculum.com.br




secretaria de saúde do estado de minas gerais

Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais (SES/MG)-TÉCNICO DE GESTÃO DE SAÚDE / NÚCLEO TEMÁTICO: ADMINISTRATIVO-TÉC. DE GESTÃO DE SAÚDE / PATOLOGIA CLÍNICA, CONTABILIDADE E EDIFICAÇÕES
Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais (SES/MG)
TÉCNICO DE GESTÃO DE SAÚDE / NÚCLEO TEMÁTICO: ADMINISTRATIVO
TÉC. DE GESTÃO DE SAÚDE / PATOLOGIA CLÍNICA, CONTABILIDADE E EDIFICAÇÕES